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Às 19:45 em 22 maio 2009, Leca disse...
A paz de Jesus e o amor de Maria!!
Elaine vc já morou em BH???
Tô perguntando pq vc se parece muito com uma amiga que não vejo a algum tempo.
É incrível a semelhança!!
Bjs
Às 10:04 em 24 abril 2009, Leca disse...
OK
UM PRESENTE PARA MAMÃE

PERSONAGENS:

Cristina, Marcos, Joana, Pedro, Mãe de Cristina, Mãe de Marcos, Mãe de Joana, Nossa Senhora Aparecida,
Alguns adultos e crianças para fazerem de figurantes, que estão de um lado para o outro com pacotes de presentes nas mãos.
CENÁRIO: de uma praça com um banco.

Coment.- Sábado véspera do dia das mães, as ruas da cidade estão cheia de gente comprando presentes.
E algumas crianças que brincavam na praça comentam:

JOANA – Nossa! Como as ruas estão cheias hoje, todo mundo comprando presente, até parece véspera de natal!

MARCOS- AH! Joana, é porque amanhã é o dia das mães, se esqueceu?

JOANA - é difícil eu me lembrar, já que não tenho mãe. – diz Joana triste.

CRISTINA – Sorte sua, as mães vivem mandando na gente, não deixa a gente fazer o que queremos.

PEDRO – Sorte nossa não, a Joana e eu vivemos na rua, sem uma casa, sem comida, sem carinho e sem amor, se eu pudesse escolher preferia ter uma mãe que mandasse em mim.

MARCOS – Minha mãe é mandona, as vezes briga comigo, mas sei também que ela me ama muito. Outro dia, cheguei em casa machucado e minha mãe veio logo me socorrer, toda preocupada, já pensou, se eu não tivesse ela! quem cuidaria de mim?

CRISTINA- É Marcos nisso você tem razão. Você já comprou o presente para sua mãe?

MARCOS – eu... Eu, bem eu não tenho dinheiro para comprar um presente para minha mãe. – diz Marcos triste

CRISTINA – E como você espera que ela fique contente? Pois eu já estou indo comprar um presente para minha mãe, e vou comprar algo bem chique – e sai toda exibida.

MARCOS – e agora, eu amo tanto a minha mãe, e não queria vê-la infeliz, mas eu não tenho dinheiro, o que faço? – pergunta Marcos para seus amigos Joana e Pedro.

JOANA – Eu acho Marcos que você pode dar o que você tem!

MARCOS – mas eu não tenho nada, nem um centavo! – diz mostrando os bolsos vazios.

JOANA – você disse que ama sua mãe, não foi? Então lhe de o seu amor, tenho certeza que ela ficará muito feliz.

PEDRO – concordo com Joana, eu mesmo não ficaria triste de não ganhar um presente, se alguém me desse uma mãe que me amasse, cuidasse de mim, brincasse comigo, e eu pudesse abraçá-la quando estivesse com medo, diria para minha mãe, todos os dias que ela é o meu tesouro, mas infelizmente eu não tenho mãe.

MARCOS – Sabem vocês me deram uma ótima idéia- diz animado – vou logo dar um jeito de arranjar um presente para minha mãe – e dizendo isso vai saindo, mas lembrando-se dos amigos que não tem mãe se volta e diz – ei por que vocês não arrumam uma mãe?

JOANA E PEDRO: Como?!

MARCOS – É! Vocês nunca ouviram falar de pessoas que adotam filho dos outros? tentem arrumar uma família para vocês! – e sai de cena.

JOANA – é mesmo Pedro!

PEDRO – Mas será que alguém vai querer ficar com a gente, estamos sujos, nossas roupas estão rasgadas.

JOANA – Tenho certeza que existem muitas pessoas boas neste mundo, e sujeira sai. Vamos tentar Pedro, não temos nada a perder mesmo.

PEDRO – Está certo Joana, vamos tentar você procura uma mãe daquele lado, e eu procuro deste outro.

JOANA - Ta legal, Pedro e boa sorte! – sai Joana toda animada.

PEDRO – Boa sorte pra você também Joana.

COMENT. Joana e Pedro ficam nas ruas perguntando para as pessoas se elas querem adotá-las, mas na maioria das vezes são ignorados, alguns chegam a empurrá-los porque acham que eles querem roubar, outros olham com olhar de repulsa outros com olhar de piedade, mas ninguém teve coragem de adotar Joana ou Pedro.
Até que chegou a noite, cansados de procurar uma mãe, a tristeza e a decepção eram tantas que as lágrimas rolavam pelo rosto.

JOANA – Puxa, procurei tanto, queria tanto ter uma família, mas ninguém me quis. –

COMENT. Joana chorava e chorava e nem percebeu que vinha chegando uma mulher triste e que também chorava, ela vendo Joana se aproximou e perguntou:

MÃE DE JOANA – O que foi querida? Você está machucada?

JOANA – oh! Não Senhora, é que estou triste, pois amanhã é o dia das mães e eu não tenho uma mãe para abraçar, sou sozinha no mundo.

MÃE DE JOANA – É acho que sei como você se sente. Pois eu também estava chorando, este é o primeiro dia das mães que passo sem meu filhinho, que morreu atropelado.

JOANA – Puxa! Sinto muito senhora....é a Senhora chora porque não tem um filho e eu choro porque não tenho uma mãe. Tudo isso é mesmo muito triste.

As duas permanecem em silêncio até que uma idéia surge, e as duas falam ao mesmo tempo.

JOANA – Você podia ser minha mãe!

MÃE DE JOANA – Você podia ser minha filha!

JOANA – OH! Que legal! Então posso lhe chamar de mamãe?

MÃE DE JOANA – Claro que pode, pois a partir de agora você será minha filha, e como eu quero ser uma boa mãe pra você, vamos logo para casa que vou cuidar de você.

JOANA – isso é tudo que eu sempre quis, e também quero ser boa filha, mãe! e vou começar agora! - e Joana começa a beijar a mãe.

COMENT. – Joana e a nova mãe vão para casa felizes, pois uma encontrou felicidade com a outra.

PEDRO não teve a mesma sorte. Procurou muito, mas não encontrou ninguém, triste e decepcionado deitou- se no banco da praça e ali passou a noite, noite esta fria e de chuva, mas Pedro não se importava com mais nada.

Enquanto isso Cristina entregava seu presente para sua mãe.

CRISTINA – feliz dia das mães! Espero que você goste, ele foi bem caro, e eu estou com os pés doendo de tanto andar. – diz sentando-se e mal ligando para a mãe.

MÃE DE CRISTINA – Minha filha você não está se precipitando! o dia das mães é amanhã.

CRISTINA – É... Só que amanhã eu vou sair com a galera, por isso estou lhe dando o presente hoje, o que achou?

MÃE DE CRISTINA - O que eu achei?! Acho que eduquei você mal minha filha, o que eu mais quero no dia das mães é a sua atenção o seu carinho, não presente caro, e você ainda me diz que não vai ficar comigo amanhã?!

CRISTINA – a mãe não começa com drama, lá vem a senhora querer me proibir de sair com meus amigos e...

MÃE DE CRISTINA – Não filha, eu não vou te proibir, faça o que estiver no seu coração, saiba apenas que este não é o presente que eu quero ganhar de você, mas eu sei esperar, um dia quando você for mãe como eu, talvez... Talvez você entenda o que eu desejo mais que tudo na minha vida.

( a mãe começa a se afastar, mas para quando a filha lhe chama)

CRISTINA – Mãe espera me perdoa, só não queria dar o braço a torcer, por causa de nossas diferenças e por achar que eu não era tão importante na sua vida. Mas eu te amo muito, mãe.

MÃE DE CRISTINA – Eu também te amo filha e não existe nada mais importante na minha vida do que você! Desculpe-me se eu a fiz sentir que não era amada.
(conversando e rindo abraçadas vão saindo de cena)

COMENT. QUE bom! Mãe e filha se entenderam. Já amanheceu e Marcos está ansioso para entregar seu presente.

MARCOS – Venha mamãe, não vale olhar em! Só quando eu disser que pode.

Mãe de MARCOS – ah! Meu filho o que você está planejando seu danadinho. – diz dando risada.

MARCOS – Calma que a senhora logo vai ver. – então ele se ajoelha na frente da mãe segurando uma flor e um cartão no formato de coração com um espelho dentro e diz – Pronto, mãe, agora você pode olhar.
MÃE DE MARCOS – Meu filho! o que é isso? - Diz ela sorrindo

MARCOS – Isso é o meu presente mãe, como eu não tenho dinheiro, e não posso tirar meu coração do peito sem morrer, fiz este coração de papel, para que a senhora cada vez que abri-lo e olhar dentro saberá que sempre estará nele, pois eu a amo muito mãezinha e sempre a amarei.

MÃE DE MARCOS – oh! Meu filho! Que presente lindo! Você é um filho maravilhoso, estou muito orgulhosa!

MARCOS - Eu sou o menino mais feliz que existe, porque a Senhora é minha mãe.

Os dois saem de cena rindo, brincando, fazendo cócegas um no outro.

COMENT. Já é o dia das mães, Marcos, Cristina e Joana estão comemorando com suas mães, mas e Pedro o que aconteceu.

OH! Não, Pedro passou a noite toda no banco, e a noite foi muito fria e de chuva, infelizmente, Pedro já estava com um começo de pneumonia que se agravou muito. Pedro morre, sem ter realizado o seu sonho de ter uma mãe.

MAS DERREPENTE ALGO ACONTECE.

NOSSA SENHORA APARECIDA – Pedro, Pedrinho meu filho acorde!

PEDRINHO – Quem é você? – coçando os olhos.

NOSSA SENHORA – Eu sou sua mãe meu filho.

PEDRINHO – ENTÃO a senhora quer ser minha mãe, oh! Que bom estou tão feliz, posso lhe dar um abraço.

NOSSA SENHORA – claro meu filho, mas só se for bem apertado
Os dois se abraçam .

PEDRO- então a senhora vai cuidar de mim, nunca mais vou passar frio, nem fome, nunca mais vou ser sozinho.

NOSSA SENHORA – Não nunca mais meu filho, para onde eu vou te levar não existe nada ruim, só coisas boas.

PEDRO – E onde é esse lugar, mamãe?
NOSSA SENHORA - é o céu meu filho.
PEDRO - OH! Mãezinha! estou tão feliz de ter te encontrado.

Coment. E Maria pegando Pedrinho pela mão o leva para o céu, para junto de outras crianças que só lá tiveram a mãe.
Canta : Mãezinha do céu, e todos os personagens aparecem no palco juntos e depois que termina o canto. Dizem:

TODOS OS DIAS SÃO DIAS DAS MÃES, VIVA TODAS AS MÃES!

VIVA!!
F I M
Às 10:04 em 24 abril 2009, Leca disse...
TEATRINHO PARA O DIA DAS MÃES

Teatro do Dias das Mães

Personagens

Narrador
Filha pródiga – Claudia
Mãe
Irmã – Julia
Namorado – Cezar
Amigos
Patrão – Sr. Venceslau

Narrador - Hoje vamos conhecer a historia de Claudia.
Claudia é uma menina rica que mora com a mãe e a irmã mais nova.
O Pai faleceu deixando sua herança as filhas. Claudia sempre gostou de coisas boas,
de bagunçar com os amigos de fazer compras.
Viajar e gastar dinheiro . Ao contrario de Julia, que sempre seguiu os princípios da mãe, religiosa e
sempre em casa ao lado da mãe.

Vamos ver a historia:

1º Cena –

A mãe aflita anda de um lado para outro, chega Julia.

Julia - Mãe acordada até essas hora, o que aconteceu?
Mãe - Sua irmã, já são quase 4:00 hr da madrugada e ela ainda não chegou.
Julia abraça sua mãe.
Julia - Calma mãe, ela deve estar em algum barzinho com os amigos e com o Cezar.
Mãe - Isso é hora de uma menina de 22 anos estar em um barzinho com os amigos.
Claudia chega
Mãe – Claudia isso é hora de chegar, uma moça direita não chega essa hora em casa, você quer enlouquecer sua mãe?
Claudia – Mãe não enche estou cansada e vou dormir.
Julia tenta acalmar a mãe.
Julia – Mãe calma você está nervosa, a Claudia também, amanhã vocês conversam, vamos dormir.

Narrador – Claudia é assim, só pensa em si mesma, coitada dessa mãe que se preocupa tanto por que ama a sua filha.
Quando o dia amanhece a historia continua.


2º Cena –

A mãe fazendo café.
Julia acorda e beija mãe.
Julia – Bom dia mãe, dormiu bem.
Mãe – Ah minha filha, não consegui fechar os olhos, preocupada com sua irmã. Tenho medo dela fazer alguma coisa errada.
Chega Claudia com uma mala.
Mãe – Claudia o que é isso?
Claudia – Eu estou indo embora não agüento mais essa casa, vocês só sabem ficar controlando a minha vida.
Mãe – Mas minha filha aqui é sua casa, sua família, onde você vai viver?
Claudia – Ah mãe se liga eu tenho a herança do meu pai, posso viver tranqüila, chegar em casa na hora que eu quiser.
Mãe – Mas filha ... (a mãe aflita)
Claudia – Ah mãe não enche e nem faz drama que não é o fim do mundo.
Julia – Claudia não fala assim com a mamãe é falta de respeito.
Claudia – Não enche você também, o santinha, vai para o convento que você ganha mais.
Mãe – Ta bom, vou te dar a parte da herança.
Cezar chega e Julia atende.
Julia – Cezar ainda bem que você chegou, a Claudia vai fazer uma coisa horrível.
Cezar – O que ?
Julia – Ela vai sair de casa.
Cezar – Ah é isso? Achei que fosse algo mais serio.
Julia chora. Claudia chega.
Claudia – Vamos embora meu amor.
A mãe chega abraça Julia e chora.

Narrador – É muitas mãe hoje se vê nessa cena, hoje os filhos só pensa nas riquezas do mundo, se esquecendo que a coisa mais valiosa está no amor da família.

3º Cena

No Barzinho
Chegam Cezar e Claudia e cumprimentam os amigos.
Claudia – Oi galera, olha tem uma coisa ótima para contar, peguei a minha parte na herança do meu pai, estou morando em um apartamento sozinha e grana para gastar é festa todo dia eheheheheh .... (Todos festando)

Narrador – É Claudia está bem, festando muito, gastando dinheiro com os amigos, mas está esquecendo que o dinheiro acaba.





4º Cena

O dinheiro acaba e chega as contas.
Claudia – Contas, contas e mais contas, o que aconteceu com o dinheiro do banco?
Cezar – Você torrou tudo com seus amigos.
Claudia – Meus amigos, seus amigos, quantas vezes você pegou o meu dinheiro para ficar na farra.
Cezar – Olha você anda chata demais, quer saber de uma coisa fica com seus problemas que eu estou caindo fora.
Claudia – Cezar você não pode me deixar ... – Ai! O que vou fazer? Tenho que pedir ajuda.
Claudia sai...

Narrador – É gente as coisas estão apertando para o lado de Claudia, mas ela ainda tem os seus amigos.

5º Cena

Claudia – Oi galera tudo bem, eu estou precisando de ajuda.
Amigo 1 – Ah Claudia eu tenho que ir para casa agora.
Amigo 2 – Eu vou me arrumar que tem um show manero mais tarde.
Amigo 3 – Eu já estava de saída...

Narrador – É agora Claudia ficou sozinha o que será que ela vai fazer?

6º Cena

Claudia – Preciso arrumar um emprego e vou vender o apartamento, para pagar as contas, se não vou acabar passando fome.
Claudia pega o jornal.
Claudia – Legal aqui tem um emprego de secretaria, acho que aqueles cursos chatos que minha mãe me obrigava a fazer vai servir para alguma coisa.

Narrador – Quem diria Claudia trabalhando, infelizmente o patrão dela não é assim tão bom.

7º Cena

Sr. Venceslau – O que é isso?
Claudia – O Relatório que o Sr. pediu.
Sr. Venceslau – Está errado, favor refazer tudo de novo.
Claudia – Mas eu já refiz e fiz do jeito que o Sr. me pediu.
Sr. Venceslau – Não discuta comigo. ( Bata na mesa)
Claudia volta a fazer o relatório.
Claudia – Sr. Venceslau aqui está o relatório refeito pela terceira vez.
Sr. Venceslau – Está bom, deixa ai.
Claudia – Sr. Venceslau será que o Sr. poderia me fazer uma adiantamento.
O patrão fica nervoso.
Sr. Venceslau – Como ? Já é o terceiro adiantamento que me pede esse mês, assim não dá para continuar. Você está despedida, só sabe pedir adiantamento e faz tudo que te peço errado, você é uma incopetente.
Claudia – Mas Sr. Venceslau eu ...
Sr. Venceslau – Sai já daqui, some da minha frente...

Narrador – É dessa vez as coisas ficaram feias, para o lado de Claudia, enquanto isso na casa de sua mãe o que será que anda acontecendo?

8º Cena

A mãe aflita anda de um lado para o outro.
Julia acorda, e vai para a sala.
Julia – O que foi mãe?
Mãe – Estou aflita já faz quase 6 meses que sua irmã não dá noticias, acho que algo ruim está acontecendo.
Julia – Vamos fazer uma oração e pedir para Deus trazer a Claudia de volta.
Mãe – Vamos minha filha.
E as duas ajoelham e começam a rezar.
Mãe e Julia – Ave Maria cheia de graça o Senhor é convosco ...

Narrador – Apesar de tudo a mãe ama a filha e sente sua falta, assim como nossas mães, que mesmo com a nossa rebeldia ela nos ama. Mesmo quando no corrige ou nos coloca de castigo. E Claudia onde está?



9º Cena

Claudia na rua, como mendiga no meio de jornais.
Claudia – Senhor meu Deus, me ajuda, minha mãe sempre me deu de tudo, sempre me deu carinho e eu nunca dei valor a isso, gostaria de voltar e abraça – la e dizer o quanto eu a amo. É isso eu vou lá e vou pedir para que ela me perdoe e me aceite como sua empregada.


Narrador – Até que enfim Claudia enxergou o amor de sua mãe, e nós enxergamos o amor de nossas mães? De nossos pais? De nossos familiares? Que só querem o nosso bem? Mas vamos ver como essa historia termina e fica aqui uma reflexão para cada um levar e valorizar a sua família.





10º Cena

Claudia bate na porta e a mãe atende.
Mãe – Minha filha ...
Claudia – Mãe eu pequei contra o céu e contra ti, peço que me perdoe e me aceite como sua empregada.
Mãe – Julia, Julia ...
Julia – O que foi mãe quem está ... Claudia você voltou !? Deus ouviu minhas orações.
E as três se abraçam enquanto entra todos no palco.


Musica:
Mensagem:
Às 9:56 em 24 abril 2009, Leca disse...
Olá Elaine, a Paz de Jesus e o Amor de Maria!
Vou te mandar algumas peças q tenho aqui. Tbm vou dar uma olhada no meu material de catequese pra ver se encontro algo mais e te envio, ok?
Tbm preciso preparar uma homenagem para as mães na missa...
Bjs.

Teatrinho para o Dia das Mães

UM SORRISO EM CADA CORAÇÃO


MATERIAL NECESSÁRIO:

Cinco fantasias imitando as flores que as crianças representarão; um carrinho de mão, de madeira.
Vitório, o personagem que conduz a ação, veste-se bem. !Sua camisa branca de mangas compridas mostra a sua elegância. O cenário principal é um grande livro (mais de 2 metros de altura) de onde saem as cinco per¬sonagens-flores.



Vitório: Hoje é um belo domin¬go. O melhor domingo para, mim, e para todos os filhos que podem homenagear a sua mãe. Este livro que vocês estão vendo é para homenagear as mães e algumas surpresas ele vai revelar.
Vitório, com cuidado, abre o livro, demonstrando uma certa surpresa e despertando curiosidade na plateia. Fundo musical. Ao abrir o livro to¬talmente, saem as personagens-flores devidamente caracterizadas.
Vitório: Que surpresa! De onde vêm essas belíssimas flores?
Silvana: Você deveria perguntar para o que viemos!
Vitório: Se este é o livro que home¬nageia as mães, vocês só podem ter vindo prestar uma homenagem.
Silvana: Que pena! Pensei que nin¬guém soubesse.
Valéria: (interrompendo) Podemos nos apresentar?
Vitório: Fazer um show ? Um grande espetáculo?
Margarete: Também! Valéria: Os nossos nomes.
Vitório: Claro! Eu sou Vitório e dono deste livro. Comprei-o numa grande livraria e quero dedicá-lo à minha mãe.
Valéria: Eu sou uma violeta com o nome de Valéria.
Silvana: Sou a rosa Silvana, e tenho muitas cores, das mais variadas tonalidades. Por motivo histórico, estou intimamente ligada a esta data.
Elaine: Sou a camélia Elaine. Meu perfume é o preferido por muitas mães, e minhas pétalas são alvas e sou muito rara.
Margarete: Sou a margarida Mar¬garete. Sempre nos mesmos tons, posso aparentar um sol ao centro com seus raios luminosos em várias direções.
Flávia: E eu sou a hortênsia Flávia.
Vitório: Uma maravilha ter vocês nesta festa grandiosa.
Valéria: Você me parece gostar de grandes eventos, grandes shows.
Vitório: Sem dúvida. Uma pessoa bem-nascida como eu, privilegiada pela mãe que possui, só pode sonhar e desejar grandes coisas.
Elaine: Concordo com suas opiniões, mas devemos nos preocupar com coisas essenciais e deixar as secundárias em seus devidos lugares.
Vitório: Mas tudo é essencial. Tudo é belo.

Flávia: Tudo é belo porque você é privilegiado. Tudo é sempre belo quando estamos bem, mas não pode mos deixar de ver o que não é belo e quem, principalmente, não está bem.
Vitório: Hoje, um dia tão especial, não é para isso. Talvez um dia eu venha a pensar...

Valéria: (interrompendo) Pensar hoje é melhor. Hoje é que temos a oportunidade de refletir.

Vitório: Hoje é um dia tão belo e vocês querem estragá-lo.
Margarete: Estragá-lo? Como pode dizer isso? Estamos aqui para homenagens e também, como disse a camélia Elaine, para tratar de coisas muito importantes, nada de futilidades.
Silvana: Não fique preocupado, viemos apenas para alegrar este dia, mas com responsabilidade.
Vitório: Sei que estão bonitas, dão um colorido à festa, mas o que têm de íntimo com os filhos que querem cumprimentar suas mães?
Flávia: O mais importante você não viu, mas sempre é tempo!
Valéria: Somos filhas de uma mãe especial: a mãe natureza! O dom maior de Deus. Somos sementes que não se perderam. Somos hoje a esperança do ontem.
Margarete: A grande mãe natureza está abençoando todas as mães que nela convivem, de uma maneira muito própria, que repele o individualismo e o egoísmo.
Vitório: Estou compreendendo. Estou aprendendo com vocês. E eu que sempre acho que sei tudo e estou sempre na frente dos outros...
Flávia: Preparamos um bale de flores para colorir esta festa de carinho e expressão de vozes sinceras que desejam que todos os dias sejam, de verdade, de todas as mães.
Apresentação de um número de balé que poderá ser executado pêlos que interpretam as personagens ou por um outro grupo caracterizado, composto por mais pessoas. Depois do número, está no palco o personagem Tico, um catador de sucatas, mal vestido, puxando um carrinho de porte médio, feito de madeira.
Vitório: O que faz aqui este garoto? Ele saiu do livro, também?
Margarete: Espere. Não seja apressado.
Silvana: Aproxime-se, garoto. Venha para cá.
Vitório: Acho melhor ele ir embora. Depois...
Elaine: Agora. Por que tudo precisa ficar para depois?
Vitório: Estava tudo tão bonito... Valéria: Pode ficar melhor ainda.
Tico aproxima-se dos demais, deixando seu carrinho de lado.
Tico: Eu sou Tico, um catador de sucatas.
Vitório: E você trabalha em pleno domingo?
Tico: Domingo é o melhor dia para o meu trabalho.
Elaine: E você sabe que hoje é um domingo especial?
Tico: Especial? Para quem? Por quê?
Todos os dias são iguais.
Valéria: É que hoje é o Dia das Mães.
Tico: De quem tem. Eu vi nos cartazes da cidade e nos aparelhos de tevê das lojas grandes. Mas eu não tenho. Tive. Lembro-me pouco dela.
Margarete: A partir de hoje, então, você tem a todas nós, que somos filhas da natureza, e também o Vitório, ele pode ser seu amigo.
Tico: Obrigado. Mas agora que vocês falaram em mãe, eu bem que gostaria de ter uma, de ter a minha pelo menos um dia no ano.
Vitório: Você se lembra dela?
Enquanto Tico fala, aparece no alto uma mãe envolta em véus brancos, sorrindo, feliz, na frente de uma estrela. Fundo musical. E as personagens-flores ficam espalhadas pelo palco. Vitório senta-se no chão de costas para a platéia, observando a cena.
Tico: Eu me lembro pouco. Ela se foi quando eu era bem pequeno. Mas hoje ela é para mim uma estrela que brilha no céu todas as noites. Seu sorriso é constante. Se ela está no céu, está perto de Deus, feliz e me protegendo, porque estou vivo.
Elaine: Eu vejo as mulheres que passam em grupos em direção à missa. Estão velhinhas, mas têm um lar e muita fé. Têm seus filhos e netos.
Margarete: Eu vejo as mães que foram para os asilos. E hoje esperam por seus filhos.
Flávia: Eu vejo as mães que trabalham fora de casa e estão realizadas em suas tarefas: advogam, secretariam, exercem o professorado, dividem suas tarefas com os esposos e amam sempre mais seus filhos.
Valéria: Eu vejo todas as mães do mundo, em todas as regiões, e aquelas que, numa guerra interminável, perdem os filhos nos combates.
Silvana: Eu vejo as mães que querem tudo o que há de melhor para seus filhos e para a humanidade. As mulheres de ferro e de alma, de amor e fraternidade, que possuem um sorriso no coração.
Tico: Com certeza, uma estrela vai brilhar mais forte neste domingo.
Vitório: A estrela onde está sua mãe? (Pergunta para Tico.).
Tico: Não. Estou pensando na estrela que deve ser a sua mãe. Porque você tem o privilégio de poder tocá-la, abraçá-la, dizer tudo o que você deseja. Não precisa imaginar o seu sorriso. Você pode até mesmo tocar o sorriso dela.
Vitório: (caminhando em direção a Tico) Tico, obrigado por você ter vindo, eu gostaria que você fosse meu irmão e tivéssemos a mesma mãe.
Tico: Eu estava passando e não faço parte desta festa. Eu vi este livro tão grande e pensei que ninguém fosse querê-lo, porque muitas pessoas compram papel por quilo e isso dá um bom dinheiro.
Vitório: Fique com a gente, Tico.
Tico: Preciso ir. A minha história você já sabe. Viva a sua com sua mãe e aproveite bastante. Viva a sua história com um sorriso no coração, mas não se esqueça de que existem muitas histórias na vida, às vezes, bastante tristes.
Elaine: Você não está triste? (Pergunta para Tico.).
Tico: Não. Estou como as flores que têm uma função no mundo, e que hoje estão embelezando o Dia das Mães. A minha estrela no céu estará florida também. Adeus para todos vocês.
Tico se despede de todos e deixa o palco.
Vitório: Aprendi muito hoje e sei o verdadeiro valor de ter uma mãe. Mais ainda do que eu sabia. Estou me sentindo mais humano e quero, num grande abraço, transmitir isso à minha mãe.
Elaine: E assim que se faz. E faça sempre no momento presente, não deixando para amanhã.
Margarete: Até um dia, Vitório. Flávia: Até breve.
Valéria: Um grande beijo em sua mãe.
Vitório: Mas vocês não querem ficar para a festa?
Silvana: Temos de ir, porque hoje estaremos ornamentando uma estrela muito especial. Uma estrela que é um sonho.
Vitório: (as flores entram no livro) Esperem, vou com vocês!
As luzes se apagam e um foco ilumina em seguida a estrela onde está a mãe de Tico, rodeada pelas personagens-flores, por Vitório e Tico, que acenam para a platéia, cantando uma música com o tema do dia.
Às 13:59 em 6 abril 2009, Saymon Ricardo disse...
Acho que nao so na sua igreja, percebo isso tambem na minha, falta compromisso das pessoas, pra eles sempre tem algo mais importante a fazer do que a vida de catequista...
Às 14:03 em 24 janeiro 2009, Jorge Kontovski disse...
Paz e bem, Elaine...

Seja bem-vinda. A nossa Comunidade (que também já é sua) está muito feliz com você, nossa nova parceira nesta caminhada em favor do Reino de Deus.

Participe inserindo textos, comentários, experiências e/ou dinâmicas que possam também serem utilizadas por colegas, nesta difícil, mas empolgante e amorosa missão de levar o Evangelho a todos os cantos do mundo.

Deus lhe abençoe.
 
 
 

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