CATEQUESE !!!

Fazei tudo o que Ele vos mandar (Jo 2,5)

CATEQUESE E LITURGIA - O "PÃOZINHO" PARA AS CRIANÇAS QUE NÃO FIZERAM A PRIMEIRA EUCARISTIA

Em algumas paróquias vemos práticas adotadas na missa das crianças como a disitribuição de "pãozinho", "biscoitinho" ou hóstia não consagradas para as crianças que ainda não fizeram a Primeira Eucaristia. Em alguns lugares isso é feito durante a missa, na hora da comunhão mesmo. Há uma fila para os que já tem o sacramento da eucaristia e outra para as crianças pequenas. Já em outros lugares isso é feito no final da missa, após a benção final.

Qual a sua opinião a respeito? Qual seu conhecimento formal do assunto, como catequista?

 

Sabendo do desejo e da grande vontade da Igreja em reestabelecer a catequese mistagógica e a Iniciação a vida Cristã, qual é a postura do catequista frente aos ensinamentos da Eucaristia, como momento SAGRADO e MEMORIAL de Cristo? Ao se permitir a distribuição desse pão, não estamos banalizando a Eucaristia? Qual é a vontade em participar da catequese e a expectativa da criança em receber a eucaristia se desde pequena ela faz parte da "fração do pão" em nossa Igreja sem preparo nenhum?

 

No Diretório da Missa com Crianças (anexo), mesmo sendo um documento antigo (é o único que temos) entende-se que não se deve desvirtuar os momentos sagrados da missa.

 

 

OBS. Em anexo coloco a resposta que recebi da Ir. Zélia Maria Batista, assessora nacional de catequese, a respeito do assunto.

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Respostas a este tópico

TUDO NO SEU TEMPO, POIS DE TANTO FAZER A VONTADE DE SEUS FILHOS ,ALGUNS PAIS ESTÃO DECEPCIONADOS COM OS FILHOS E GOSTARIAM DE VOLTAR ATRAS E FAZER DIFERENTE . ABRAÇOS
Rosane, é isto mesmo... A gente vai fazendo tudo o que o filho quer...A gente vai fazendo tudo o que o povo quer... e de repente não somos mais pais... e de repente não somos mais Igreja...
No meu ponto de vista depende da forma como é passado para a criança"o pão" o que ele representa para não confundir a criança.Ja dei um encontro e utilizei o pão e suco de uva mas tive que explixar parte por parte da missa, que na hora da consagração o pão se torna verdadeiramente o corpo de nosso SENHOR JESUS CRISTO.
Esperei anciosamente 35 anos da minha vida para receber Jesus Eucaristico pela primeira vez e digo, anciava muito por este dia. Foi um dia maravilhoso e no meu ver como anciei por este dia devo mostrar também aos meus pequeninos, jovens e adultos o grande Sacramento da Eucaristia a beleza e o quão é maravilhoso ser sacrário vivo de Nosso Senhor. A cada catequese devemos instigar em nossos catequizando essa grande vontade, para que esse dia seja inesquecível.
Na comunidade que faço parte, temos o hábito de distribuir pãezinhos. Já li vários documentos (todos católico apostólico romano) e ainda não consegui formar uma opinião, li o docto.da Ir Zélia e li o diretório, nele "eu" entendi como "contradição" algumas questões. Devemos celebrar lembrando a que povo, a que cultura celebramos, e o grau de entendimento da assembléia. Ai volta a questão: distribuir o pãozinho, pode confundir, mas a idéia central na iniciação é leva-los ao mistério pascal, portanto, ao confundir o pão com a hóstia consagrada, eles não a tornam sagradas, mas dentro da nossa realidade, hoje a confunsão está em confundir a hóstia consagrada com pão. Antes distribuiamos depois da comunhão, as crianças, imitavam os adultos, voltando aos seus lugares e comungando "espiritualmente", hoje pegam o pãozinho no final da missa, saem correndo para carimbar um álbum, e eu fico pensando: o que é correto ou não. Gostaria de ouvir mais opiniões.
Concordo com você Jorge, cada vez mais estamos deixandod e lado a liturgia e a tradição católica em prol de "incluir" as crianças na missa. Mas a missa exige uma maturidade que até mesmos os adultos não tem para entender...

JORGE LUIZ ALVES JUNIOR disse:
Caros Irmãos e Irmãs,

Estou entrando para a comunidade porque acredito ser um veículo muito eficaz para troca de idéias entre catequistas de várias regiões do Brasil com pensamentos diversos, formações diversas e experiências diversas.
Confesso que fiquei meio assustado com esse tópico porque nunca havia ouvido falar desse procedimento de dar às crianças que ainda não receberam a primeira eucaristia pães ou hóstia não consagradas. Me assusta primeiro porque pelo pouco que conheço do Código de Direito Canônico fazer qualquer tipo de simulação da Eucaristia é passível de punição severa que se não me engano é excomunhão. Depois me assusta o fato de um pensamento que não é o da Igreja ter influenciado nossas comunidades: a inclusão a qualquer preço.
Incluir as crianças na Santa Missa significa fazer uma liturgia mais acessível e atraente para elas através de leituras com vocabulário mais simples, faze-las participar das leituras, da procissão das ofertas, cantando, até mesmo com folhetos mais coloridos e atraentes, uma Homilia paropriada... Mas este caso extrapolou em muito o que a Igreja estimula e orienta. Estamos fazendo uma simulação da Eucaristia similar àquela que fazem alguns grupos protestantes.
Isso é muito grave: em nome da inclusão das crianças no Rito Eucarístico estamos banalizando a Eucaristia.
Que mal há em se esperar o tempo necessário para conhecer Jesus, nunca nenhuma criança ou mesmo jovem ou adulto se mostrou decepcionado por ter que esperar pela preparação. Se podemos simular a Eucaristia para que ninguém fique de fora então qual é a mensagem que estamos mandando aos nossos catequisandos: a Eucaristia é um símbolo qualquer que pode ser substituído por um pãozinho, ou pior ainda, Hóstia consagrada e não consagrada é tudo igual. Fazermos um encontro com os catequisandos mostrando como é a S. Missa e utilizar suco de uva e pão é uma coisa, mas levar isso para a S. Missa tem um outro significado.
Imagine uma pessoa que não seja católica e seja levada a essa Missa: qual será a confusão gerada na cabeça dessa pessoa e qual não será a confusão gerada na cabeça dos catequisandos...
Devemos ensiná-los que no momento da comunhão eles devem fazer sua comunhão espiritual, ou seja, eles devem se unir a Deus e aos irmãos em oração tal qual nós que recebemos a Eucaristia o fazemos.
Em nome da inclusão que outros passos mais somos capazes de dar: se uma catequisanda quiser ser "sacerdotisa" o que faremos para que ela não se sinta contrariada?!
Na Igreja e na vida tudo tem sua função própria, seu lugar e tempo. Devemos incentivar nossos catequisandos a terem verdadeiro amor e respeito a Eucaristia.
Talvez alguém que já tenha participado em uma Missa ortodoxa tenha se confundido: no final da Missa todos podem se aproximar e receber um pedaço de pão ou até mesmo vários para levar para os familiares em casa. Isso porque o Pão Eucarístico é circular e no meio desse disco há um quadrado que se chama cordeiro. Somente o Cordeiro é consagrado e divido para ser dado aos fiéis com o vinho consagrado, o sangue. Como todos comungam as duas espécies, Corpo e Sangue, o restante do pão que não foi consagrado serve como patena. Depois esse pão é dividido e servido à comunidade. Conheci uma fiél ortodoxa que não entendia essa diferença, uma adulta: quem me deu essa explicação foi uma padre ortodoxo. Para ela a Eucaristia e o pão servido no fim da S. Missa eram a mesma coisa. Imagine na cabeça de uma criança de 6,7 ou 8 anos!
Venho com toda humildade dar a minha opinião à vocês, meus irmãos, esperando não ser mal interpretado e espero não ofender a ninguém com minha opinião, mas a Verdade deve ser anunciada no topo das casas e eu não poderia me calar diante desse fórum.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro possui um site para a Iniciação Cristã e lá vocês podem entrar em contato com as pessoas responsáveis pela Inic. Cristã que podem dar alguma orientação mais profunda sobre o tema:
http://iniciacaocristarj.blogspot.com/
Desculpem o tamanho do comentário, mas a discussão merecia atenção.
A Paz,

Jorge Luiz Alves Junior.
Eu com sinceridade não concordo com a distribuição dos paezinhos ás crianças, pois desde pequena os pais como primeiros catequistas deve colocar pra criança de q é Jesus q esta presente naquele pão e ensinar q ela vai crescer um pouco + e terá conhecimento depois, mesmo q a criança n entenda, com a firmesa dos pais, crescerá o desejo na criança de conhecer e ficará ansiosa com esta data tão esperada por nós...e ate mesmo ensinar a criança a fechar os olhos e dizer no coração q deseja receber Jesus, ja passei por esta experiência de ensina-las a receberem Jesus em Espirito e verdade e houve testenunhos q a criança sentiu um gosto de doce na boca;;;..
Pegando esse fio, concordo plenamente com o Jorge, tem também a questão que a criança corre o tempo todo pra todos os lados da Igreja e brinca , e chora, e e grita e tudo e depois no final da celebração ganha um pedacinho de pão, a quem diga "è criancinha!!!" Sim criancinha sendo mal orientada pelos pais e também pelos catequistas não é?? Vamos assumir nosso papel de orientadores da fé e mãos a obra, que seu sim seja sim e seu não seja não. Paz e bem !!

Angela Rocha disse:
Concordo com você Jorge, cada vez mais estamos deixandod e lado a liturgia e a tradição católica em prol de "incluir" as crianças na missa. Mas a missa exige uma maturidade que até mesmos os adultos não tem para entender...

JORGE LUIZ ALVES JUNIOR disse:
Caros Irmãos e Irmãs,

Estou entrando para a comunidade porque acredito ser um veículo muito eficaz para troca de idéias entre catequistas de várias regiões do Brasil com pensamentos diversos, formações diversas e experiências diversas.
Confesso que fiquei meio assustado com esse tópico porque nunca havia ouvido falar desse procedimento de dar às crianças que ainda não receberam a primeira eucaristia pães ou hóstia não consagradas. Me assusta primeiro porque pelo pouco que conheço do Código de Direito Canônico fazer qualquer tipo de simulação da Eucaristia é passível de punição severa que se não me engano é excomunhão. Depois me assusta o fato de um pensamento que não é o da Igreja ter influenciado nossas comunidades: a inclusão a qualquer preço.
Incluir as crianças na Santa Missa significa fazer uma liturgia mais acessível e atraente para elas através de leituras com vocabulário mais simples, faze-las participar das leituras, da procissão das ofertas, cantando, até mesmo com folhetos mais coloridos e atraentes, uma Homilia paropriada... Mas este caso extrapolou em muito o que a Igreja estimula e orienta. Estamos fazendo uma simulação da Eucaristia similar àquela que fazem alguns grupos protestantes.
Isso é muito grave: em nome da inclusão das crianças no Rito Eucarístico estamos banalizando a Eucaristia.
Que mal há em se esperar o tempo necessário para conhecer Jesus, nunca nenhuma criança ou mesmo jovem ou adulto se mostrou decepcionado por ter que esperar pela preparação. Se podemos simular a Eucaristia para que ninguém fique de fora então qual é a mensagem que estamos mandando aos nossos catequisandos: a Eucaristia é um símbolo qualquer que pode ser substituído por um pãozinho, ou pior ainda, Hóstia consagrada e não consagrada é tudo igual. Fazermos um encontro com os catequisandos mostrando como é a S. Missa e utilizar suco de uva e pão é uma coisa, mas levar isso para a S. Missa tem um outro significado.
Imagine uma pessoa que não seja católica e seja levada a essa Missa: qual será a confusão gerada na cabeça dessa pessoa e qual não será a confusão gerada na cabeça dos catequisandos...
Devemos ensiná-los que no momento da comunhão eles devem fazer sua comunhão espiritual, ou seja, eles devem se unir a Deus e aos irmãos em oração tal qual nós que recebemos a Eucaristia o fazemos.
Em nome da inclusão que outros passos mais somos capazes de dar: se uma catequisanda quiser ser "sacerdotisa" o que faremos para que ela não se sinta contrariada?!
Na Igreja e na vida tudo tem sua função própria, seu lugar e tempo. Devemos incentivar nossos catequisandos a terem verdadeiro amor e respeito a Eucaristia.
Talvez alguém que já tenha participado em uma Missa ortodoxa tenha se confundido: no final da Missa todos podem se aproximar e receber um pedaço de pão ou até mesmo vários para levar para os familiares em casa. Isso porque o Pão Eucarístico é circular e no meio desse disco há um quadrado que se chama cordeiro. Somente o Cordeiro é consagrado e divido para ser dado aos fiéis com o vinho consagrado, o sangue. Como todos comungam as duas espécies, Corpo e Sangue, o restante do pão que não foi consagrado serve como patena. Depois esse pão é dividido e servido à comunidade. Conheci uma fiél ortodoxa que não entendia essa diferença, uma adulta: quem me deu essa explicação foi uma padre ortodoxo. Para ela a Eucaristia e o pão servido no fim da S. Missa eram a mesma coisa. Imagine na cabeça de uma criança de 6,7 ou 8 anos!
Venho com toda humildade dar a minha opinião à vocês, meus irmãos, esperando não ser mal interpretado e espero não ofender a ninguém com minha opinião, mas a Verdade deve ser anunciada no topo das casas e eu não poderia me calar diante desse fórum.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro possui um site para a Iniciação Cristã e lá vocês podem entrar em contato com as pessoas responsáveis pela Inic. Cristã que podem dar alguma orientação mais profunda sobre o tema:
http://iniciacaocristarj.blogspot.com/
Desculpem o tamanho do comentário, mas a discussão merecia atenção.
A Paz,

Jorge Luiz Alves Junior.
A lógica seria esperar o momento certo para participar da fração do Pão, e do mesmo Pão. Para isso, deve-se observar o tempo mínimo necessário de preparação e se o catequista perceber que o catequizando ainda não está preparado o suficiente, e isso a gente pode acompanhar na frequência e participação aos encontros e às missas.

Acho que essa espera pelo momento certo pode aumentar o desejo da criança em receber esse Cristo presente da hóstia consagrada.

Aqui em minha paróquia, quando celebramos a quinta-feira Santa, dia da instituição da Eucaristia, todos são convidados a trazer pães, bolos, frutas e refrigerantes. Antes da missa porém, preparamos uma mesa com a maioria dos alimentos prontos trazidos e parte desses alimentos são ofertados na Missa. Ao final da mesma, todos são convidados a tomarem parte na partilha, mais como símbolo de partilha mesmo e não de substituição a Santa Eucaristia

Penso que distribuir pãezinhos para as crianças que ainda estão se preparando para a Primeira Eucaristia pode ser que elas não valorizem o verdadeiro Alimento que é Cristo e se satisafaça somente com esse pãozinho, biscoitinho, que seja.
Oi Angela, Vendo seu comentário fiquei um pouco preocupada em saber que existe este tipo de permissão em nossa Igreja. Vejo a Eucaristia um sacramento que assim como todos os outros exige uma preparação e maturidade por parte de quem busca, pois é um compromisso com Jesus Cristo. No dia da Instituição deste sacramento Jesus disse:Fazei isto em memória de mim. Ele fez a partilha com pão e não biscoitinho! Talves estaríamos como Igreja minimizando o sagrado.


Maraísa Rodrigues disse:
Oi Angela, Vendo seu comentário fiquei um pouco preocupada em saber que existe este tipo de permissão em nossa Igreja. Vejo a Eucaristia um sacramento que assim como todos os outros exige uma preparação e maturidade por parte de quem busca, pois é um compromisso com Jesus Cristo. No dia da Instituição deste sacramento Jesus disse:Fazei isto em memória de mim. Ele fez a partilha com pão e não biscoitinho! Talves estaríamos como Igreja minimizando o sagrado.
em minha comunidade é comum a distribuição do pão para as crianças o que eu não acho que é motivo para preocupação pois o padre abençõa o pão no final da missa e esse pão é distribuido pelas catequistas após a benção final portanto a distribuição do pão não faz parte da celebração eucaristica e é muito bem explicado para as crianças que é apenas um pão abençoado e não o corpo de Cristo,pode ser que alguma comunidade faça a distribuiçao durante a missa mais meus queridos irmãos eu não creio que tal erro aconteça, eu acho que as crianças de hoje estão bem preparadas para entender a diferença entre o pão abençoado e a eucaristia.

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